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  1. Anvisa Libera Medicamentos à Base de Cannabis em Farmácias

    Liberação da Maconha Medicinal
    Houve aprovação unânime por parte dos diretores da agência em relação à comercialização dos remédios à base de Cannabis. A lei entra em vigor apenas 90 dias após a emissão da nota oficial e deverá ser revisada daqui a três anos. Apesar disso, a Anvisa arquivou a proposta que permitiria o plantio por parte de empresas. A proposta foi rejeitada por três votos a um. Apenas o diretor-presidente William Dib votou positivamente. Desde meados de 2014 a discussão sobre a maconha medicinal é pauta na agência, contudo, a proposta só começou a ser cogitada neste ano. Anteriormente (ainda este ano) a proposta foi interrompida após pedido de vista dos conselheiros Fernando Mendes e Antonio Barra. Dib é o relator das propostas e já havia votado a favor. Dentro dos três anos em que a regulamentação estará em vigor, todos os produtos feitos com base nos componentes da Cannabis irão ser regulamentados e irão receber classificação especial por parte da Anvisa.

    Ressalva
    Apesar da venda farmacêutica, a Anvisa ainda não pode classificar esses produtos como "medicamentos", isso porque não há provas cientificas que comprovem a efetividade e segurança desses remédios. O diretor e conselheiro Fernando Mendes apresentou uma proposta diferente em relação à regulamentação. Esse modelo deve ser aplicado para evitar que outros medicamentos sejam também autorizados. Mendes alega que os critérios para a venda de produtos à base de Cannabis coincidem com os de outros medicamentos ainda proibidos. Portanto, o diretor afirma que o enquadramento desses produtos como "medicamentos", abriria as portas para a legalização de outros tipos de remédios ainda não estudados com a devida atenção. Mendes afirma que: "a atuação da Anvisa na garantia do acesso da população a medicamentos de qualidade, eficazes e seguras, passa por analise técnica, a partir da realização de pesquisa clínicas e análise da segurança e eficácia (do medicamento)". Sendo assim, as empresas devem continuar a conduzir testes e experimentos para fundamentar a eficiência e segurança dos remédios à base de Cannabis.

    Regulamentação Pesada
    Haverá um rigoroso controle de qualidade por parte da agência. Seguem algumas das medidas de segurança:
    - O controle de qualidade é obrigatório por partes das empresas vendedoras.
    - Obrigatoriamente, esses remédios devem possuir porcentual de THC abaixo de 0,02%. Só haverá exceção para o uso de medicamentos que excedem a porcentagem pré-estabelecida em casos em que todas as demais alternativas não tenham tido êxito — ou seja, em pacientes terminais.
    - A venda só será permitida mediante à apresentação de receita médica.
    - Todas as empresas que produzirão tais medicamentos deverão apresentar um plano de gerenciamento de risco, bem como estudos científicos que comprovem a efetividade do remédio.
    - Obviamente, será proibida a produção de cosméticos, comestíveis e cigarros.
    - Só é permitida a venda desses produtos em farmácias regulamentadas e autorizadas. As mesmas devem estão registradas no Sistema Nacional de Gerenciamento de Produtos Controlados (SNGPC).
    - A venda só poderá ser efetuada por um farmacêutico.
    - Para realizar a produção dos medicamentos, as empresas poderão importar apenas o substrato da Cannabis, a importação da planta continua ilegal.
    - As embalagens desses produtos também receberão atenção especial, portarão uma faixa preta horizontal.
    - Caso o medicamento em questão houver índice de THC inferior a 0,2%, os seguintes avisos constarão na embalagem: "Venda sob prescrição médica" e "só pode ser vendido com retenção de receita".
    - E se o percentual ultrapassar os mesmos 0,02%, também conterá outro aviso: "O uso desse produto pode causar dependência física ou psíquica".
    - No caso de imprevistos em relação ao consumo, uso ou venda desses medicamentos, a empresa responsável pelo medicamento deve alertar a Anvisa em um prazo de 72 horas.

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  2. Brasileira na Lista da 50 Mais Influentes do Mercado Canábico Mundial

    Viviane Sedola

     

    A tradicional revista norte-americana High Times elegeu as 50 mulheres mais importantes do mercado canábico mundial, e a empresária brasileira Viviane Sedola figura na lista. A matéria presente na revista é um reconhecimento das empreendedoras, empresárias, pesquisadoras e ativistas que lutam para o avanço da legalização do uso medicinal, recreativo e cosmético da planta.
    Viviane é fundadora e Diretora Executiva da Dr. Cannabis, plataforma que além de possuir conteúdo informativo, também auxilia pessoas a contactarem médicos ou profissionais que prescrevem, produzem e revendem canabinóides de maneira legalizada.
    Apesar da importância da matéria na High Times, Viviane ainda acredita que, como nos outros setores globais, o mercado canábico continua sendo monopolizado pelos homens.

    Mercado Canábico
    O Mercado Canábico possui três vertentes: recreativa, cosmética e medicinal. A empresa de Viviane atua na terceira delas. "A empresa foi criada para atender ao mercado de cannabis medicinal legal do Brasil como ele é hoje: ou seja, como base no fato de que há uma resolução da diretoria colegiada (RDC) da Anvisa que diz que, em casos excepcionais, pacientes podem ser autorizados a importar individualmente produtos a base de canabidiol para se tratar".
    Ou seja, a Dr. Cannabis ajuda pacientes a obterem o aval e a liberação de medicamentos à base da planta em casos excepcionais, como por exemplo: epilepsia, dores crônicas, asma, etc. Nesses e em alguns outros casos, esses medicamentos são a melhor opção para o combate aos sintomas. "Se você tem uma cólica que derruba por dois dias, provavelmente já testou tudo que está na farmácia. O que existe no mercado tradicional provavelmente não funciona para você. E, nesse caso pode ser elegível a se tratar com cannabis medicinal. Os pacientes têm essa dúvida, e a gente acolhe desse momento até a efetivação da compra", alega.
    Viviane alega que a média de valor dos pedidos realizados na plataforma é de R$ 1.200 por mês. Segundo a New Frontier Data, o mercado da maconha medicinal é um dos que mais cresce no mundo, com taxa de 22% ao ano.

    Mulheres no Mercado Canábico
    Viviane é uma das curadoras da "Cannabusiness Summit", reunião realizada por profissionais da área da saúde e do bem-estar. A legalização da maconha medicinal e as questões que permeiam o tópico são umas das principais pautas discutidas.
    Apesar de sua liderança feminina no evento, ainda sim, Viviane lamenta o fato de que não é comum ver mulheres em tais posições. "Pesquisas nos Estados Unidos, onde o mercado começou antes, por conta da liberação da cannabis em alguns estados, mostravam que 50% dos pequenos negócios associados a cannabis eram liderados por mulheres. Mas, em empresas grandes, de capital aberto, não me lembro de outras", afirma. "Em outras pesquisas, esse número vem caindo, para uma representatividade de 30% de mulheres na área". Em todo caso, a empresária é uma das referências mundiais ao lado de outras 49 mulheres eleitas pela High Times.

    Anvisa e a "Novela" da Legalização
    Viviane afirma acompanhar de perto cada movimento em relação à regulação da Cannabis medicinal no Brasil. "Toda discussão é boa. A Anvisa está muito esclarecida quanto aos benefícios da cannabis medicinal. A proposta regulatória que eles trazem para o registro de medicamentos e para o cultivo cabem questionamentos e não sabemos se vai ser votada esse ano, e aí vai ter outra diretoria, que a gente não sabe qual será. Aí, será mais provável que o Legislativo regule", declara. "Mas minha principal crítica aos projetos de lei é que a parte econômica não está sendo levada em consideração. O cânhamo, por exemplo, é uma substância de cannabis com baixa concentração de THC, que serviria para o medicinal e traria um potencial econômico para o país. Ele é como se fosse a soja, em termos de mercado, é ecologicamente melhor, cresce rápido, mas isso não está sendo levado em conta".
    Uma das principais críticas da CEO brasileira é de que as propostas de legalização apresentadas até então, visam apenas o lucro estrangeiro.
    Em outubro, a Anvisa esboçou uma legalização mais abrangente, porém, a votação foi adiada por conta de solicitações de revisão dos termos.

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  3. Shakespeare – A Relação Entre Maconha e Criatividade

     

    Cientistas sul-africanos descobriram cachimbos de 400 anos atrás com resíduos de Cannabis ao realizar escavações no jardim de William Shakespeare. O que sugere que o famoso escritor possa ter escrito algumas de suas maiores obras enquanto "chapado".

    Esses cachimbos foram encontrados não só no jardim do escritor, mas também em outros lugares de Stratford-upon-Avon, onde morava o dramaturgo. Os resíduos foram analisados em Pretória com o auxilio de uma técnica avançada chamada de: Espectrometria de Massa por Cromatografia em Fase Gasosa.

    Dos 24 fragmentos de cachimbos encontrados (desde a fundação Shakespeare Birthplace Trust até a Universidade de Witwatersrand), componentes da Cannabis foram detectados em oito amostras, quatro delas advindas da propriedade de Shakespeare.

    Também foi detectada a cocaína em dois cachimbos, mas nenhum deles foram encontrados no jardim do escritor. Alguns de seus sonetos sugerem que ele era familiar com os efeitos de ambas as drogas.

    Em seu 76º Soneto, ele escreve sobre uma: "invention in a noted weed", frase que em inglês cria ambiguidade e pode ser interpretada de duas maneiras: "invenção notável à base de maconha" ou "invenção notável à base de erva daninha".

    No mesmo soneto, o escritor diz: "Why with the time do I not glance aside to new-found methods, and to compounds strange?", o que se traduz mais ou menos como: "Nem com o passar tempo eu considerarei novos métodos ou compostos estranhos", podendo ser interpretado como uma forma do compositor expressar que não pretendia experimentar outras drogas além da que ele já estava habituado – a maconha.

    Muitos outros escritores famosos também consumiram/consomem Cannabis, como: Stephen King, Hunter Thompson, Honoré de Balzac, Charles Baudelaire, Alexandre Dumas, Carl Sagan, Susan Sontag, etc. Isso só comprova a enorme capacidade da planta para a ampliação do desenvolvimento dos processos intelectuais criativos.

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  4. Guia Completo Para a Dabada Perfeita

     

    A dabada é uma forma muito efetiva de consumir Cannabis, além de ser um incrível ritual. Assim como preparar um jantar completo ou fazer um coquetel, o processo de preparo e execução da dabada perfeita chega a ser meditativo e proporciona um momento de relaxamento.

    Assim como andar de bicicleta, à medida que você se familiariza mais com o dab, você pode criar seus próprios métodos e movimentos. Uma vez que você aprendeu a dabar, há diversas técnicas que você pode testar até encontrar o método que funciona melhor para você. Além de descobrir quais são os melhores dabs e suas temperaturas.
    Para elevar sua experiência dab para o próximo nível, aqui estão algumas dicas profissionais e técnicas, bem como as explicações do porquê você deve aplicá-las em sua rotina dab.

    Sempre Use um Carb Cap
    Um carb cap é um acessório essencial para dabar, pois irá regular corretamente a temperatura, além de vaporizar e concentrar a sua "paradinha" mais efetivamente.
    Existem muitos tipos de carb caps no mercado, mas todos têm basicamente a mesma função (concentrar calor e otimizar o processo de vaporização).

    Proteja Seu Banger com um Insert
    Um insert é um baldinho normalmente feito de quartzo ou de outros materiais que retém calor — como o rubi. Esses baldinhos encaixam dentro do banger e ajudam a manter a temperatura da vaporização estável ao mesmo tempo em que mantém seu quartzo limpo e seguro.
    Quando o seu banger estiver quente, basta colocar no insert e cobrir seu dab. Depois espere alguns segundos enquanto o calor é transferido do banger para o insert, gradualmente esquentará o dab até a temperatura correta.
    Dosar dabs é fácil, pois é possível medir a quantidade no insert e depois colocar direto. Eles são fáceis de limpar e você pode levar alguns sempre com você para alterná-los durante os usos. Eles são ótimos para curtir um dab com os amigos!
    Use um insert de quartzo para manter seu banger limpo, aumentar sua vida útil e garantir que o dab nunca esquente demais.

    Coloque o Dab Ainda Frio
    Experimente colocar seu dab ainda frio para a dabada perfeita a temperaturas baixas sem desperdiçar óleo. Este procedimento é conhecido como "dab reverso".
    Aplique calor aos poucos até que o dab comece a vaporizar, você poderá controlar a temperatura facilmente e evitar o risco de dabar antes da hora ou em um banger muito quente. Se você não conseguir dar a dabada completa na primeira tentativa, você pode reaquecer de novo, até que você tenha vaporizado seu óleo por completo.

    Adicione Bolas de Quartzo
    Use bolas de quartzo para reter calor em seu banger. Seu material é inerte, são retentoras de calor e são colocadas diretamente no seu banger.
    Ao esquentar o banger, elas irão concentrar o calor e aumentar o aquecimento, otimizando a vaporização do dab. Por isso, as adicione junto com um bom carb cap e deixe que elas façam sua mágica.
    As bolinhas se misturam e movimentam seu dab em torno do banger quente — do mesmo jeito que ocorre em uma lata de tinta spray.

    Aqueça Seu Banger por Igual
    Aquecer seu banger ou nail uniformemente irá garantir uma temperatura balanceada do dab. Mesmo que não pareça grande coisa, na verdade, pode fazer toda a diferença nas suas dabadas. Usando o maçarico para aquecer seu óleo por igual, você evita pontos muito frios ou muito quentes em seu dab.
    Evitar temperaturas extremas, inclusive, pode aumentar o tempo de vida do seu nail. Dê preferência por começar esquentando a base do banger e depois subindo às laterais, que é onde o dab costuma borbulhar.
    Tenha cuidado para não aplicar muito calor nas áreas das articulações ou do tubo do banger, pois elas tendem a ser mais suscetíveis à rachaduras.

    Cronometre Seus Dabs
    Para dabar em temperaturas mais consistentes e fixas, use um cronômetro para precisar por quanto tempo você aquece e esfria seus dabs. Assim você pode não só obter mais consistência na temperatura a cada dab, mas também pode ter certeza de que sempre estará na mesma temperatura.
    O mesmo vale para o resfriamento. Como o quartzo retém o calor e o libera lentamente ao longo do tempo, você pode acompanhar quanto tempo leva para esfriar até a temperatura que preferir e depois repetir o procedimento.
    Vale lembrar que cada nail tem seu próprio tempo de aquecimento e resfriamento, dependendo da qualidade e grossura do material. Teste aquecer por 30 segundos, esfriar por um minuto e depois ajustar os cronômetros. Dessa forma, encontre a temperatura ideal.

    Limpar Seu Banger Depois de Cada Dabada
    Manter seu banger limpo garante sempre uma dabada mais saborosa e suave. E é muito simples, basta seguir alguns passos fáceis.
    Primeiro, não dê a dabada se o nail estiver muito quente, temperaturas mais baixas ajudam a evitar carbonização, cinzas e grudes ou queimaduras por qualquer outro resíduo.
    Segundo, use um cotonete para limpar qualquer resíduo de óleo ou carburação que se forma a cada dabada.
    Terceiro, se você tiver dificuldades para remover alguns grudes de óleo ou carbonizações, use álcool isopropílico para amolecê-los e removê-los por completo. Grudes mais persistentes podem ser limpos com o auxilio de um maçarico (cuidado, repetir este procedimento várias vezes pode deteriorar lentamente o seu banger, resultando, a longo prazo, na perda da habilidade de reter calor!).

    Guarde Seus Dabs na Geladeira
    O frio da geladeira preserva o sabor e a consistência do seu óleo. Concentrados de Cannabis têm uma vida útil relativamente longa. Apesar disso, sua forma, sabor e composição podem sofrer alterações quando expostas ao calor ou à luz.
    Os terpenos presentes em seus extratos são especialmente voláteis e podem começar a se deteriorar, até mesmo em temperatura ambiente.
    Por causa disso, o melhor a se fazer é guardar seus óleos na geladeira ou no congelador (mantenha na porta da geladeira os extratos que você irá consumir a curto prazo e as que serão consumidas a longo prazo devem ser guardadas no congelador, em um pote).

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  5. Sete Fatores que Influenciam na Sua Brisa

     

    7 Fatores que Afetam sua Brisa de Maconha

    Pergunte para uma dúzia de fumantes como eles preferem consumir sua maconha. Existe a possibilidade de que você ouça doze respostas diferentes. Cada pessoa prefere curtir uma brisa diferente, alguns preferem sentir fisicamente, outros mentalmente, e aí vai... Existem muitos fatores envolvidos, sendo assim, é natural que existam diferentes preferências pessoais em relação à Cannabis. Porém, existem alguns motivos muito simples que podem afetar sua brisa.

    A partir do momento que você entender as circunstâncias que afetam sua brisa, você poderá ter melhores experiências com uma grande variedade de tipos de maconha e descobrir qual é a melhor para você.

    Esses são os sete fatores que afetam sua brisa:

    Hora e Lugar

    A situação em que você consome sua Cannabis é de suma importância para sua brisa e não deve ser desconsiderada. Às vezes, fumando da mesma em dois dias diferentes, você poderá ter experiências completamente distintas.

    Da próxima vez que isso acontecer, pergunte a si mesmo: qual era seu humor e onde você estava quando fumou da vez anterior? Você estava relaxado (a), feliz, confortável? Tenso (a), ansioso (a) ou inquieto (a)? À vontade com as pessoas que estava com você? Sozinho (a) ou com uma galera?

    Diferentes situações podem afetar drasticamente a sua brisa. Também é importante considerar seu nível de relaxamento antes de fumar. Talvez você perceba que fumar antes de entrar em uma sala de espera te deixe ansioso (a), ou então, que fumar antes de dormir é o momento ideal para você.

    Estando ciente dessas paradas, você poderá perceber qual hora e lugar são os melhores para você, podendo, assim, se preparar com antecedência para ter a melhor experiência possível.

    Método de Consumo

    Existem diversos métodos para o consumo de Cannabis, seja: fumando, vaporizando ou até mesmo ingerindo. Cada um deles tem a sua peculiaridade. Comer um brownie de maconha tem efeitos muito diferentes de fumar ou dar uma bongada, por exemplo. Seu corpo processa a Cannabis de maneira diferente em cada método, além disso, a quantidade de consumo varia muito entre os cada um deles. Exemplificando, a duração e a força da brisa dos comestíveis são muito maiores do que nos demais métodos.

    Também é mais fácil de controlar seu consumo em alguns métodos. Vaporizar, por exemplo, é como se fosse o oposto a ingerir. Você também pode ter uma brisa mais forte dando uma dabada do que fumando um baseado. Porém, é mais fácil de controlar a quantidade de consumo do baseado. Todos esses fatores têm papeis muito importantes, afetando a intensidade e a duração da sua brisa.

    Como resultado, é importante você descobrir seus limites em cada método. Não é só porque você consegue fumar uma blunt todo dia à tarde, que você irá curtir um brownie que tenha a mesma quantidade.

    Dose

    Saber a dose adequada pode ser difícil, especialmente ao ingerir ou ao experimentar um novo tipo. Pegar leve e ir com calma é essencial.

    A dosagem é, de fato, o fator mais importante para se levar em consideração em relação à sua brisa. Fumar muito pouco pode fazer com que a brisa não bata, ao mesmo tempo em que quantidades muito elevadas podem causar até mesmo ataques de pânico.

    Descobrir o seu "ponto ideal" fará toda a diferença nas suas experiências com a Cannabis.

    Especificações do Canabinoide

    Em suma, o(s) canabinoide(s) presente(s) na maconha que você vai consumir é uma das melhores maneiras de determinar o quão chapado (a) você vai ficar. Exemplificando, algumas pessoas gostam dos efeitos proporcionados pelo canabinoide mais famoso, o THC. Por outro lado, outra parcela de fumantes consideram seus efeitos muito fortes e não curtem.

    Há outros canabinoides para se considerar, tais como o CBD e outros. As especificidades de cada canabinoide variam muito, mas podem ser uma ferramenta poderosa para descobrir qual tipo de Cannabis é a ideal para você.

    Contudo, sempre é necessário que primeiramente você perceba como cada canabinoide faz você se sentir, e isso geralmente requer tempo. Uma vez que você souber como cada um deles age em você, descubra qual tipo de maconha reúne os efeitos de sua preferência para determinados momentos.

    Porém, vale lembrar que não é tão simples assim. Outros fatores podem entrar na jogada, como por exemplo, a taxa de CBD por THC (já que o THC pode realçar o CBD). Portanto, existe a possibilidade de ter uma experiência não prazerosa com um tipo que tenha THC elevado, mas uma brisa muito boa com outro, mesmo que também tenha uma taxa alta. Isso porque a porcentagem dos dois compostos é diferente.

    Terpenos

    Você sabe o que são terpenos, mesmo que nunca tenha ouvido essa palavra na vida. Eles são o limão na sua Lemon Haze, o diesel na sua Sour Diesel, o mirtilo na sua Blueberry Kush, etc. Terpenos dão aos tipos de maconha, os aromas e gostos que tanto amamos. Mas afinal, como eles podem afetar nossa brisa? Mesmo embora o tópico precise de estudos mais aprofundados, evidências apontam que há sim, de fato, diferenças significativas. Muita gente, por experiência própria também garante que sim.

    Por exemplo, um forte efeito da limonada é o alívio do estresse, isso por causa da presença do Linalol. O que, no final das contas, faz todo sentido. O Linalol também está presente em óleos de lavanda e é o que justifica sua marca registrada de sensação de relaxamento.

    No futuro, pesquisas irão provar que, sem dúvida, há diversos benefícios nos efeitos proporcionados pelos terpenos, e os consumidores de Cannabis poderão escolher seus preferidos.

    Idade

    Se você já perguntou para amigos mais velhos se eles fumavam quando jovens, a resposta provavelmente foi que eles curtiam em seus tempos áureos, mas não suportam mais. Aposto que você simplesmente achou que eles se tornaram “caretas” porque tiveram filhos. Mas na verdade, o aumento da idade é um fator importante para que as pessoas parem de fumar maconha.

    Um estudo feito em 2007 encontrou uma relação entre a idade e os efeitos da Cannabis. Relatou-se que ratos adolescentes toleram os efeitos da maconha bem melhor do que os adultos, que inclusive, demonstraram sinais de estresse, ansiedade e mobilidade reduzida.

    Mais pesquisas precisam ser feitas a respeito da teoria, mas pode ser plausível no seu caso se a última vez que você chapou o globo pra valer foi durante a juventude.

    Tolerância

    Não existem duas pessoas exatamente idênticas, e a mesma lógica se aplica na tolerância canábica. O fator da idade mencionado anteriormente, bem como outros fatores, como: a frequência de consumo, química do corpo e por quanto tempo você vem consumindo são importantes para que você descubra sua própria tolerância, sabendo assim quanto você deve consumir, especialmente quando fumando com outras pessoas, que têm tolerâncias diferentes.

    No fim das contas, só você pode medir com precisão sua tolerância, e após isso, você poderá escolher qual tipo de brisa canábica você quer, seja por: alívio, motivos médicos, prazer, elevação de criatividade ou qualquer outro efeito.

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  6. Seis Vantagens do Uso de Bongs

    Há muitas formas de consumir Cannabis, fumo e outras ervas. Seja através do uso de sedas, vaporizadores, pipes ou até mesmo comestíveis (inclusive, temos em nosso blog um post muito interessante sobre o assunto, depois que acabar de ler aqui, confere lá!). Apesar de todos esses métodos terem também suas vantagens, para nós aqui da King Bong, a melhor forma de aproveitar ao máximo a experiência de cada sessão é – e sempre será – com um bong!

    Existem bongs de vários materiais, os mais comuns são: vidro, acrílico e silicone. E quando se trata dos tamanhos, formatos e estilos, são inúmeros! Ou seja, com certeza existe um bong que foi perfeitamente desenhado, estruturado e fabricado especialmente para você, é só saber procurar!

    Sem mais enrolação (até porque estamos falando de bongs), iremos listar e explicar para vocês todos os benefícios dessa maravilha. Afinal, quem saberia explicar melhor do que nós da KING Bong?

     

    Bongs são muito versáteis. Podem ser utilizados para fumar tabaco, ervas, chá ou qualquer tipo de fumo. Além disso, com um modelo alternativo chamado de Oil Bong é possível até mesmo vaporizar óleos para inalar a fumaça, procedimento conhecido como dab (alguns modelos comuns também podem ser adaptados para essa função).

    Reduzem danos à saúde. Esta é provavelmente uma das principais vantagens do uso de um bong. Além da sua incrível capacidade de filtragem de substâncias nocivas, também resfria a fumaça, reduzindo danos à faringe e pulmão (inclusive, usuários de bong têm menos chances de contrair câncer no futuro). Para se ter uma noção, a temperatura final da fumaça tratada por um bong varia de 35ºC a 50ºC, enquanto que a de uma seda, por exemplo, varia de 65ºC a 95ºC. É basicamente o dobro!

    Proporcionam experiência de fumo inigualável. Pode perguntar para qualquer usuário de bong experiente, ele irá confirmar que simplesmente não há comparação. Há pessoas que alegam ter experimentado e não ter curtido, isso porque o uso de bongs demanda prática. Se você é uma dessas pessoas, experimente começar com quantidades menores e aumentar gradativamente. Ao dominar o uso, tenho certeza de que você não vai se arrepender.

    Podem durar anos. Na verdade, com o devido cuidado, pode durar até para sempre – ao contrário das sedas (obviamente). Mas se você é do tipo que não costuma ter muita sorte com objetos frágeis, considere a possibilidade de adquirir um bong de silicone ou acrílico. Ou então, compre um bong com vidro mais grosso e resistente. Vidros com mais de 5mm de espessura tem boas chances de saírem ilesos de uma queda feia.

    São de fácil limpeza. Com ingredientes simples e poucos passos, é possível limpar um bong e deixá-lo impecável. Já fizemos um post que explica o passo a passo do processo de limpeza (não deixe de conferir mais tarde!).

    Podem ser usados como decoração. Muitos bongs são tão bonitos e bem trabalhados, que dão de dez a zero em muitos vasos chineses por aí. Inclusive, existem colecionadores que ostentam seus lindos bongs em mesas, corredores ou até mesmo em salas. Claro, você não precisa chegar a esse nível, mas comprar um bong mais bem trabalhado, com certeza tornará suas sessões mais especiais. As marcas que mais se destacam no quesito estilo são a Squadafum e a Cheech, não deixe de conferir seus bongs!

     

    Apesar de todas essas vantagens, o uso de bongs ainda não é tão difundido no Brasil. As pessoas estão tão atreladas à cultura canábica nacional, que tem costume de priorizar outros métodos de fumo, ao ponto de não conseguirem enxergar as vantagens e nem dar uma chance a eles. Mas agora que você já tem ciência da importância dos bongs, chame seus amigos para dar umas bongadas e repasse o conhecimento!

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  7. Maconha Medicinal Muito Próxima de Liberação

     

    Imagem por Kimzy Nanney

     

    A probabilidade da regulamentação por parte da Anvisa do uso de componentes da Cannabis para uso medicinal é muito grande e deve ser anunciada ainda em outubro desse ano. Redigida no último mês de agosto, a proposta estuda a possibilidade para o tratamento de “doenças debilitantes graves ou com ameaças à vida e sem alternativa terapêutica”.

     

    A decisão pode beneficiar até 10 milhões de pessoas, porém, só um grupo seleto de agentes da Anvisa sabe quais são os pormenores da negociação. A maconha medicinal é a única alternativa para o tratamento de várias enfermidades. Em mais de 40 nações, o uso medicinal já é liberado. O Brasil é o único país da América do Sul que ainda não havia esboçado nenhuma proposta contundente em relação ao tema. Devido aos altos custos de importação de medicamentos à base de Canabidiol, muitos apoiam a liberação para que se abra a possibilidade da produção nacional. O que causa otimismo em relação a essa possibilidade, é que desde 2006, a lei 11.343 prevê a possibilidade do plantio, do cultivo e da colheita “para fins medicinais e de pesquisas em locais e prazo predeterminados e mediante fiscalização”.

     

    Foram ouvidas milhares de pessoas, entre elas: associações de pacientes, indústrias de medicamentos de Cannabis, corporações médicas, farmacêuticos e parlamentares. Osmar Terra, ministro da cidadania é contra a medida e afirmou: “Somos contra a legalização da maconha, e o que a Anvisa está fazendo é o primeiro passo para legalizar a maconha no Brasil”. Para Terra, uma alternativa seria a produção sintética dos medicamentos: “Todos os produtos podem ser feitos sinteticamente. Senão tem que plantar folha de coca no Brasil para ter lidocaína, vai ter que plantar papoula para ter morfina, e não tem sentido isso aí”. Em resposta, Leandro Ramires, presidente da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis (AMA-ME), bradou que: “ficou transparente o preconceito, a desinformação e as preocupações políticas que o tema envolve”. A Anvisa alega que não há autorização nem regulamentação para a comercialização de produtos sintéticos de Cannabis no Brasil e que independente do ministro, o processo seguirá.

     

    Por outro lado, um dos 11 representantes do Conselho Consultivo da agência afirma que: "A regulamentação que o corpo técnico da Anvisa, que nos assessora, queria era para dar mais segurança jurídica e sanitária aos pacientes e familiares ampliando o uso e possibilitando o plantio, colheita e distribuição dos produtos aqui no Brasil. Não fizemos isso". A escolha da cúpula da agência de somente permitir que sejam importados os remédios com Canabidiol, e não permitir plantio e cultivo da Cannabis para a produção dos medicamentos é equivalente à vontade do Ministério da Saúde.

     

    Devido às pressões internas, o processo pode ser um pouco mais burocrático em relação a como será feita a regulamentação dos medicamentos. O contraponto da Anvisa se configura porque já existe no Brasil, um remédio à base de Cannabis chamado Mevatyl, que é composto de THC e CBD e serve para o tratamento de espasmos musculares em pacientes com esclerose múltipla. Além disso, desde 2015, é permitida a importação de óleos e outros produtos mais, todos à base de Cannabis. O problema é que esses produtos são frutos de importação e custam em média R$1,5 mil, um frasco com 30ml, sendo que há pacientes que necessitam de até três frascos por mês.

     

    Se concretizando a ação, serão movimentados cerca de cinco bilhões de dólares nos próximos três anos. Isso porque, segundo a New Frontier Data, o mercado da maconha medicinal é um dos que mais cresce no mundo, com taxa de 22% ao ano. Paula Dall’Setlla, médica neuro oncológica e diretora cientifica da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis (AMA-ME) afirma: “Estamos diante de uma nova era da Cannabis e teremos que educar médicos, jovens e idosos para explicar os benefícios da maconha no organismo". E a Anvisa acresce: "É uma revolução na medicina que vem de 10 mil anos e só agora estamos vivenciando. O Brasil não pode ficar para trás nessa corrida e deixar milhões de pessoas sofrendo com dores, surtos e ataques, sendo que existe um super remédio”.

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  8. Cannabis no Tratamento da Ansiedade

    Imagem por Yash Lucid

    A ansiedade aflige cerca de 9,3% dos brasileiros, segundo a OMS. Se trata de um transtorno que faz as pessoas pensarem tanto no futuro, a ponto de não conseguirem se concentrar no presente. Se trata de uma reação biológia instintiva. Pessoas com ansiedade não conseguem levar uma vida tranquila e costumam, em virtude desta condição, passar o dia inteiro com sensações de estresse e angústia.

    Os 5 tipos mais comuns de ansiedade são: Ataques de pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), ansiedade generalizada e, por fim, fobias. Há uma matéria muito interessante sobre ansiedade no site da SBIE (Sociedade Brasileira de Inteligencia Emocional).

    A medida em que mais estados ao redor do mundo legalizam o uso de Cannabis (tanto para uso medicinal, quanto recreacional), mais e mais pessoas estão recorrendo ao uso na esperança de controlar a ansiedade ou a ansiedade generalizada.

    Embora pesquisas científicas nessa área ainda sejam escassas, há novos estudos que comprovam que a experiência acalma o usuário e alivia temporariamente os sintomas da ansiedade. Segundo estudo de cientistas da Universidade Estadual de Washington, a Cannabis pode reduzir significativamente os níveis de depressão, ansiedade e estresse, com benefícios a curto prazo.

    Muita gente não recorre a esse tratamento por causa dos efeitos negativos que vem junto com o uso da droga, como: danos à faringe e pulmão. Ainda sim, esses males podem ser amenizados com o uso de piteiras e bongs, por exemplo.

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  9. Squadafum Lança Potes Herméticos em Colab com NOVE

    Squadafum lança potes de cura em colab com NOVE

    Oriunda da zona oeste de São Paulo, a Squadafum é uma empresa com fortes influências da cultura urbana. Focada no mercado canábico, desenvolve produtos de qualidade, como: bongs, potes e cuias para tabacarias e headshops. A empresa sempre busca inovar o setor de acessórios e produtos canábicos.

    NOVE é um artista visual e grafiteiro que vive em São Paulo. Na cena da arte urbana desde 1999, é conhecido por usar técnicas únicas que unem influências vindas da natureza e da tecnologia em sua estética. NOVE representa a natureza por meio de seu uso proeminente da água, que o artista combina com formas precisas para gerar o contraste e sincronismo entre elementos orgânicos e digitais. O artista usa gráficos, luz e uma combinação de cores vibrantes para entregar as experiências visuais encontradas em seu trabalho.

    Em uma colaboração entre a marca e o artista, foram lançados três potes herméticos com incríveis ilustrações, que contam com os traços marcantes e característicos do grafiteiro. Esses potes possuem tecnologia que protege do espectro de luz visível, permitindo a ultrapassagem somente de raios UVA e luz infravermelha, o que ajuda no processo de cura e manutenção das flores. A luz solar viabiliza o desenvolvimento de todas as plantas, no entanto, ao amadurecer, elas continuam sendo influenciadas pela luz solar. Nesse momento, o impacto da luz passa a ser improdutivo à planta, pois a mesma passa a perder suas qualidades. Por essas e outras, os potes são ideais para quem ama e cuida de suas flores. _\|/_

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  10. Como Limpar Seu Bong de Vidro

    Eis uma das perguntas mais recebidas pelo atendimento da King Bong Headshop: "- Como eu limpo meu bong?"

    Muito bem então! Atendendo a muitos pedidos, resolvemos formular um procedimento ilustrado para orientar vocês na hora da limpeza.

    Decidimos mostrar como a galera aqui da King Bong costuma fazer a limpeza dos nossos queridinhos.

    Para começar, vamos falar dos itens que serão necessários:

    Álcool
    Recomendamos o uso do álcool isopropílico ou de cereais, para uma limpeza mais rápida e poderosa. O uso de álcool comum é possível, mas torna o processo um pouco mais lento.

    Sal
    Apesar do uso de sal grosso ser comum, nós da King Bong não recomendamos sua utilização. Durante a movimentação isso pode danificar as partes internas mais delicadas do seu bong.

    Água
    Tenha muita atenção ao utilizar água quente/morna, evite choques de temperatura com a água em temperaturas elevadas. Após a limpeza, deixe esfriar antes de seguir o manuseio. Nunca coloque o bong em água fria ou gelo antes do esfriamento!

    A primeira etapa da limpeza é o preparo para a higienização dos bowls e tubos downstem.

    O sal ajuda na ativação do álcool para o combate à resina formada nas peças.

    Se você estiver realizando a limpeza de um bong com percolador, se atente para que consiga passagem do álcool pelos tubos do sistema.

    Se o bong estiver muito resinado, ou se o percolator estiver entupido, recomendamos que vede as saídas do bong e deixe-o de molho com a mistura de álcool e sal por algumas horas.

    Não use escovas ou buchas abrasivas na limpeza, podem arranhar sua peça!

    Evite forçar a entrada das escovas, as bordas dos furos tendem a ser o ponto mais frágil das peças, fazer força nestes pontos podem ocasionar a quebra do item.

    Note que se o bong estiver muito sujo, pode ser necessário repetir alguns dos processos.

    Enxágue muito bem os itens, lave em água corrente, e, se possível, deixe-os de molho somente em água em temperatura ambiente por algumas horas.

     

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  11. Existe Cozinha Canábica Além do Brisadeiro?

    Sim! Existe sim, e ela é maravilhosamente deliciosa e psicoativa.

    Dia desses, nosso KingBoss comentava sobre um jantar canábico que participou – fique claro que esse jantar aconteceu em um local onde o uso da planta é regulamentado e liberado para uso recreativo – e diante de tanta informação, resolvemos fazer este post pra falar um pouco mais sobre a infusão dos alimentos e aproveitar pra deixar algumas receitas pra incrementar sua larica.

    Como o texto ficaria um tanto grande, resolvemos separar ele em alguns posts para facilitar sua leitura.

    Desde já, queremos deixar um ALERTA! Comestíveis canábicos tem uma ação diferente no organismo, tome muito cuidado com a ingestão destes itens! Eles têm uma ação de “brisa” mais forte e intensa do que inalando a fumaça, e o tempo pra “bater” pode variar desde 40 minutos até 2 horas.

    Com auxílio do blog Leafly, pudemos ter acesso a mais informações, e aqui vocês vão conferir a tradução e adaptação da série de artigos que começam neste link.

    Receitas com Cannabis são infindáveis, basta que se use as infusões canábicas para substituição de itens da sua receita. Uma infusão canábica é um preparo para realizar a ativação das substâncias das flores.

    Em um ambiente caseiro é muito difícil precisar a potência e homogeneidade da infusão, fique sempre atendo a quantidade ingerida. Além disso, identifique os potes com informações sobre a infusão (evite ingestão involuntária ou em dose errada).

    Ao preparar uma infusão, sempre teste a potência dela experimentando uma dose pequena (1/2 colher de chá em um lanche leve, por exemplo, seria ideal para uma experiência de controle).

    Essa sequência de posts foi organizada da seguinte forma:

    Cannabis Dercarboxilada
    Antes da infusão, você precisa realizar o processo de descarboxilar a Cannabis (saiba os motivos da necessidade do processo e como fazer clicando aqui).

    Infusões
    Três tipos de infusões canábicas que dichavamos (trocadilho péssimo) para vocês:
    Mel
    Óleo
    Manteiga

    Receitas
    Cinco receitas de molhos com infusão de Cannabis para você incrementar suas laricas:
    Ketchup Brisante
    Mostarda com Dab
    Maconhese
    Molho Brisacue
    Molho Deusa Verde.

    NOTAS MUITO IMPORTANTES:
    * Comestíveis canábicos tem uma ação diferente no organismo, tome muito cuidado ao ingeri-los!
    * Em um ambiente caseiro é muito difícil precisar a potência e homogeneidade da infusão, fique sempre atento a quantidade ingerida!
    * Identifique o pote com informações sobre a infusão e evite a ingestão involuntária ou em doses erradas!

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  12. Diferenças Entre Inalar e Ingerir Cannabis

     

    Bolos, docinhos, bacon, chá, pizza, guacamole, mistura de vegetais... A quase interminável lista de alimentos que podem receber a infusão de Cannabis abre inúmeras possibilidades para consumidores curiosos.
    Conforme você conhece mais o excitante mundo da maconha, pode acabar se perguntando o que esperar dos comestíveis.
    Talvez você já tenha experimentado e quis saber o porquê daquela "brisa" intensa e quase psicodélica que durou um tempão.
    Chega de especulações, curiosos (as): Iremos explicar as diferenças entre lanchinhos psicoativos e as formas mais conhecidas de inalação.

    O THC é Absorvido de Maneira Diferente
    Por que comestíveis com infusão de maconha são normalmente tão mais fortes do que a Cannabis fumada ou vaporizada?
    Quando a Cannabis é ingerida, seu THC é metabolizado pelo fígado, que converte a substância para 11-hidróxi-THC.
    Este metabólito ativo é extremamente efetivo em ultrapassar a barreira hematoencefálica – barreira que separa o sangue que circula no sistema nervoso central do restante do sistema circulatório –, resultando em uma "brisa" muito mais intensa.
    O THC inalado passa por um processo metabólico diferente, ao invés de passar pelo estômago e então pelo fígado, o THC viaja diretamente para o cérebro.
    É por isso que os efeitos da Cannabis fumada ou vaporizada aparecem mais rápido e somem tão depressa.

    Efeitos e Duração
    Aí vai a Regra de Ouro dos comestíveis: comece com pouco e seja paciente.
    Pela maneira como os comestíveis são metabolizados, pode levar de 30 minutos à duas horas para "bater", e os efeitos podem durar por várias horas.
    Esses efeitos variam entre os comestíveis, mas na maioria dos casos, em doses maiores, usuários relatam efeitos mais fortes junto com uma "brisa" quase que psicodélica.
    Quantidades menores provocam efeitos mais suaves e confortáveis, por isso, só reiterando: comece com quantidades menores e seja paciente.
    Comestíveis podem ser fortes, mas comparados à Cannabis inalada, na verdade, eles enviam uma concentração menor de canabinóides para o sangue.
    Ingerir comestíveis transmite apenas de 10 a 20% do THC e outros canabinóides ao plasma sanguíneo, enquanto que a Cannabis inalada envia de 50 a 60%.
    Os efeitos da Cannabis fumada tendem a ter o ápice dentro dos primeiros 10 minutos e dissipar rapidamente nos próximos 30/60 minutos.

    Comestíveis São Mais Difíceis de Dosar
    Determinar sozinho a quantidade adequada quando se trata de comestíveis não é uma tarefa nada fácil, até mesmo distribuidores profissionais têm dificuldade para estipular esse parâmetro.
    Por causa do lapso de tempo entre a ingestão e o início dos efeitos, usuários costumam exagerar na dose.
    A Cannabis inalada, com seus efeitos instantâneos, permite que o usuário controle a dose gradativamente.
    Em lojas legalizadas, 10 miligrama de THC é considerado uma dose padrão que normalmente desencadeia efeitos intermediários.
    Um comestível de 100mg é considerado muito (MUITO) mais potente e deve ser separado em várias doses.
    Quantidades extremas de THC não são capazes de matar, mas confie em nós: você irá aproveitar bem melhor as próximas horas da sua vida se você for responsável e paciente nas dosagens.

    Disparidades nas Potências Anunciadas
    Em mercados não regulamentados sem testes meticulosos, é possível que a potência de um comestível não esteja de acordo com seus padrões originais.
    Tenha em mente que seu distribuidor pode estar com um lote diferente do que estava da primeira vez. Então nunca estabeleça parâmetros-base com comestíveis que foram comprados em dias diferentes.
    Sistemas de venda de Cannabis estão cada vez mais rigorosos e precisos em seus regulamentos em relação à quantidade permitida de THC em comestíveis. Contudo, se você vive em um Estado no qual estes regulamentos não vigoram, experimente aos poucos para regular a dose corretamente.

    Comestíveis São uma Alternativa Mais Saudável
    Muitas pessoas se interessam por comestíveis porque não curtem a tortuosa experiência de fumar ou estão preocupadas com suas saúdes em longo prazo.
    Vaporização é mais uma alternativa mais saudável comumente recomendada, mas comestíveis podem, muitas vezes, proporcionar efeitos mais duradouros e proveitosos. Além de ser mais eficientes ao tratar sintomas crônicos como a dor – por isso, comestíveis são a opção preferida de pacientes médicos.
    As receitas de comestíveis vão muito além do estereotipado "brisadeiro". Hoje em dia, é possível transformar a grande maioria dos pratos culinários em uma receita canábica.
    Aqui em nosso blog, temos uma postagem muito interessante sobre comestíveis, inclusive com o passo a passo de várias receitas.
    No final das contas, é correto afirmar que os comestíveis oferecem vantagens incríveis em relação aos métodos convencionais, porém, é necessário ter muita cautela em relação às doses. Tendo tudo isso em mente, boa "brisapetite"!

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