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Cientistas sul-africanos descobriram cachimbos de 400 anos atrás com resíduos de Cannabis ao realizar escavações no jardim de William Shakespeare. O que sugere que o famoso escritor possa ter escrito algumas de suas maiores obras enquanto "chapado".

Esses cachimbos foram encontrados não só no jardim do escritor, mas também em outros lugares de Stratford-upon-Avon, onde morava o dramaturgo. Os resíduos foram analisados em Pretória com o auxilio de uma técnica avançada chamada de: Espectrometria de Massa por Cromatografia em Fase Gasosa.

Dos 24 fragmentos de cachimbos encontrados (desde a fundação Shakespeare Birthplace Trust até a Universidade de Witwatersrand), componentes da Cannabis foram detectados em oito amostras, quatro delas advindas da propriedade de Shakespeare.

Também foi detectada a cocaína em dois cachimbos, mas nenhum deles foram encontrados no jardim do escritor. Alguns de seus sonetos sugerem que ele era familiar com os efeitos de ambas as drogas.

Em seu 76º Soneto, ele escreve sobre uma: "invention in a noted weed", frase que em inglês cria ambiguidade e pode ser interpretada de duas maneiras: "invenção notável à base de maconha" ou "invenção notável à base de erva daninha".

No mesmo soneto, o escritor diz: "Why with the time do I not glance aside to new-found methods, and to compounds strange?", o que se traduz mais ou menos como: "Nem com o passar tempo eu considerarei novos métodos ou compostos estranhos", podendo ser interpretado como uma forma do compositor expressar que não pretendia experimentar outras drogas além da que ele já estava habituado – a maconha.

Muitos outros escritores famosos também consumiram/consomem Cannabis, como: Stephen King, Hunter Thompson, Honoré de Balzac, Charles Baudelaire, Alexandre Dumas, Carl Sagan, Susan Sontag, etc. Isso só comprova a enorme capacidade da planta para a ampliação do desenvolvimento dos processos intelectuais criativos.

Guia Completo Para a Dabada Perfeita

A dabada é uma forma muito efetiva de consumir Cannabis, além de ser um incrível ritual. Assim como preparar um jantar completo ou fazer um coquetel, o processo de preparo e execução da dabada perfeita chega a ser meditativo e proporciona um momento de relaxamento.

Assim como andar de bicicleta, à medida que você se familiariza mais com o dab, você pode criar seus próprios métodos e movimentos. Uma vez que você aprendeu a dabar, há diversas técnicas que você pode testar até encontrar o método que funciona melhor para você. Além de descobrir quais são os melhores dabs e suas temperaturas.
Para elevar sua experiência dab para o próximo nível, aqui estão algumas dicas profissionais e técnicas, bem como as explicações do porquê você deve aplicá-las em sua rotina dab.

Sempre Use um Carb Cap
Um carb cap é um acessório essencial para dabar, pois irá regular corretamente a temperatura, além de vaporizar e concentrar a sua "paradinha" mais efetivamente.
Existem muitos tipos de carb caps no mercado, mas todos têm basicamente a mesma função (concentrar calor e otimizar o processo de vaporização).

Proteja Seu Banger com um Insert
Um insert é um baldinho normalmente feito de quartzo ou de outros materiais que retém calor — como o rubi. Esses baldinhos encaixam dentro do banger e ajudam a manter a temperatura da vaporização estável ao mesmo tempo em que mantém seu quartzo limpo e seguro.
Quando o seu banger estiver quente, basta colocar no insert e cobrir seu dab. Depois espere alguns segundos enquanto o calor é transferido do banger para o insert, gradualmente esquentará o dab até a temperatura correta.
Dosar dabs é fácil, pois é possível medir a quantidade no insert e depois colocar direto. Eles são fáceis de limpar e você pode levar alguns sempre com você para alterná-los durante os usos. Eles são ótimos para curtir um dab com os amigos!
Use um insert de quartzo para manter seu banger limpo, aumentar sua vida útil e garantir que o dab nunca esquente demais.

Coloque o Dab Ainda Frio
Experimente colocar seu dab ainda frio para a dabada perfeita a temperaturas baixas sem desperdiçar óleo. Este procedimento é conhecido como "dab reverso".
Aplique calor aos poucos até que o dab comece a vaporizar, você poderá controlar a temperatura facilmente e evitar o risco de dabar antes da hora ou em um banger muito quente. Se você não conseguir dar a dabada completa na primeira tentativa, você pode reaquecer de novo, até que você tenha vaporizado seu óleo por completo.

Adicione Bolas de Quartzo
Use bolas de quartzo para reter calor em seu banger. Seu material é inerte, são retentoras de calor e são colocadas diretamente no seu banger.
Ao esquentar o banger, elas irão concentrar o calor e aumentar o aquecimento, otimizando a vaporização do dab. Por isso, as adicione junto com um bom carb cap e deixe que elas façam sua mágica.
As bolinhas se misturam e movimentam seu dab em torno do banger quente — do mesmo jeito que ocorre em uma lata de tinta spray.

Aqueça Seu Banger por Igual
Aquecer seu banger ou nail uniformemente irá garantir uma temperatura balanceada do dab. Mesmo que não pareça grande coisa, na verdade, pode fazer toda a diferença nas suas dabadas. Usando o maçarico para aquecer seu óleo por igual, você evita pontos muito frios ou muito quentes em seu dab.
Evitar temperaturas extremas, inclusive, pode aumentar o tempo de vida do seu nail. Dê preferência por começar esquentando a base do banger e depois subindo às laterais, que é onde o dab costuma borbulhar.
Tenha cuidado para não aplicar muito calor nas áreas das articulações ou do tubo do banger, pois elas tendem a ser mais suscetíveis à rachaduras.

Cronometre Seus Dabs
Para dabar em temperaturas mais consistentes e fixas, use um cronômetro para precisar por quanto tempo você aquece e esfria seus dabs. Assim você pode não só obter mais consistência na temperatura a cada dab, mas também pode ter certeza de que sempre estará na mesma temperatura.
O mesmo vale para o resfriamento. Como o quartzo retém o calor e o libera lentamente ao longo do tempo, você pode acompanhar quanto tempo leva para esfriar até a temperatura que preferir e depois repetir o procedimento.
Vale lembrar que cada nail tem seu próprio tempo de aquecimento e resfriamento, dependendo da qualidade e grossura do material. Teste aquecer por 30 segundos, esfriar por um minuto e depois ajustar os cronômetros. Dessa forma, encontre a temperatura ideal.

Limpar Seu Banger Depois de Cada Dabada
Manter seu banger limpo garante sempre uma dabada mais saborosa e suave. E é muito simples, basta seguir alguns passos fáceis.
Primeiro, não dê a dabada se o nail estiver muito quente, temperaturas mais baixas ajudam a evitar carbonização, cinzas e grudes ou queimaduras por qualquer outro resíduo.
Segundo, use um cotonete para limpar qualquer resíduo de óleo ou carburação que se forma a cada dabada.
Terceiro, se você tiver dificuldades para remover alguns grudes de óleo ou carbonizações, use álcool isopropílico para amolecê-los e removê-los por completo. Grudes mais persistentes podem ser limpos com o auxilio de um maçarico (cuidado, repetir este procedimento várias vezes pode deteriorar lentamente o seu banger, resultando, a longo prazo, na perda da habilidade de reter calor!).

Guarde Seus Dabs na Geladeira
O frio da geladeira preserva o sabor e a consistência do seu óleo. Concentrados de Cannabis têm uma vida útil relativamente longa. Apesar disso, sua forma, sabor e composição podem sofrer alterações quando expostas ao calor ou à luz.
Os terpenos presentes em seus extratos são especialmente voláteis e podem começar a se deteriorar, até mesmo em temperatura ambiente.
Por causa disso, o melhor a se fazer é guardar seus óleos na geladeira ou no congelador (mantenha na porta da geladeira os extratos que você irá consumir a curto prazo e as que serão consumidas a longo prazo devem ser guardadas no congelador, em um pote).

03/10/2019 12:29 By King Bong Guia, Dab, Dabada, Tutorial, Cannabis, Maconha,

7 Fatores que Afetam sua Brisa de Maconha

Pergunte para uma dúzia de fumantes como eles preferem consumir sua maconha. Existe a possibilidade de que você ouça doze respostas diferentes. Cada pessoa prefere curtir uma brisa diferente, alguns preferem sentir fisicamente, outros mentalmente, e aí vai... Existem muitos fatores envolvidos, sendo assim, é natural que existam diferentes preferências pessoais em relação à Cannabis. Porém, existem alguns motivos muito simples que podem afetar sua brisa.

A partir do momento que você entender as circunstâncias que afetam sua brisa, você poderá ter melhores experiências com uma grande variedade de tipos de maconha e descobrir qual é a melhor para você.

Esses são os sete fatores que afetam sua brisa:

Hora e Lugar

A situação em que você consome sua Cannabis é de suma importância para sua brisa e não deve ser desconsiderada. Às vezes, fumando da mesma em dois dias diferentes, você poderá ter experiências completamente distintas.

Da próxima vez que isso acontecer, pergunte a si mesmo: qual era seu humor e onde você estava quando fumou da vez anterior? Você estava relaxado (a), feliz, confortável? Tenso (a), ansioso (a) ou inquieto (a)? À vontade com as pessoas que estava com você? Sozinho (a) ou com uma galera?

Diferentes situações podem afetar drasticamente a sua brisa. Também é importante considerar seu nível de relaxamento antes de fumar. Talvez você perceba que fumar antes de entrar em uma sala de espera te deixe ansioso (a), ou então, que fumar antes de dormir é o momento ideal para você.

Estando ciente dessas paradas, você poderá perceber qual hora e lugar são os melhores para você, podendo, assim, se preparar com antecedência para ter a melhor experiência possível.

Método de Consumo

Existem diversos métodos para o consumo de Cannabis, seja: fumando, vaporizando ou até mesmo ingerindo. Cada um deles tem a sua peculiaridade. Comer um brownie de maconha tem efeitos muito diferentes de fumar ou dar uma bongada, por exemplo. Seu corpo processa a Cannabis de maneira diferente em cada método, além disso, a quantidade de consumo varia muito entre os cada um deles. Exemplificando, a duração e a força da brisa dos comestíveis são muito maiores do que nos demais métodos.

Também é mais fácil de controlar seu consumo em alguns métodos. Vaporizar, por exemplo, é como se fosse o oposto a ingerir. Você também pode ter uma brisa mais forte dando uma dabada do que fumando um baseado. Porém, é mais fácil de controlar a quantidade de consumo do baseado. Todos esses fatores têm papeis muito importantes, afetando a intensidade e a duração da sua brisa.

Como resultado, é importante você descobrir seus limites em cada método. Não é só porque você consegue fumar uma blunt todo dia à tarde, que você irá curtir um brownie que tenha a mesma quantidade.

Dose

Saber a dose adequada pode ser difícil, especialmente ao ingerir ou ao experimentar um novo tipo. Pegar leve e ir com calma é essencial.

A dosagem é, de fato, o fator mais importante para se levar em consideração em relação à sua brisa. Fumar muito pouco pode fazer com que a brisa não bata, ao mesmo tempo em que quantidades muito elevadas podem causar até mesmo ataques de pânico.

Descobrir o seu "ponto ideal" fará toda a diferença nas suas experiências com a Cannabis.

Especificações do Canabinoide

Em suma, o(s) canabinoide(s) presente(s) na maconha que você vai consumir é uma das melhores maneiras de determinar o quão chapado (a) você vai ficar. Exemplificando, algumas pessoas gostam dos efeitos proporcionados pelo canabinoide mais famoso, o THC. Por outro lado, outra parcela de fumantes consideram seus efeitos muito fortes e não curtem.

Há outros canabinoides para se considerar, tais como o CBD e outros. As especificidades de cada canabinoide variam muito, mas podem ser uma ferramenta poderosa para descobrir qual tipo de Cannabis é a ideal para você.

Contudo, sempre é necessário que primeiramente você perceba como cada canabinoide faz você se sentir, e isso geralmente requer tempo. Uma vez que você souber como cada um deles age em você, descubra qual tipo de maconha reúne os efeitos de sua preferência para determinados momentos.

Porém, vale lembrar que não é tão simples assim. Outros fatores podem entrar na jogada, como por exemplo, a taxa de CBD por THC (já que o THC pode realçar o CBD). Portanto, existe a possibilidade de ter uma experiência não prazerosa com um tipo que tenha THC elevado, mas uma brisa muito boa com outro, mesmo que também tenha uma taxa alta. Isso porque a porcentagem dos dois compostos é diferente.

Terpenos

Você sabe o que são terpenos, mesmo que nunca tenha ouvido essa palavra na vida. Eles são o limão na sua Lemon Haze, o diesel na sua Sour Diesel, o mirtilo na sua Blueberry Kush, etc. Terpenos dão aos tipos de maconha, os aromas e gostos que tanto amamos. Mas afinal, como eles podem afetar nossa brisa? Mesmo embora o tópico precise de estudos mais aprofundados, evidências apontam que há sim, de fato, diferenças significativas. Muita gente, por experiência própria também garante que sim.

Por exemplo, um forte efeito da limonada é o alívio do estresse, isso por causa da presença do Linalol. O que, no final das contas, faz todo sentido. O Linalol também está presente em óleos de lavanda e é o que justifica sua marca registrada de sensação de relaxamento.

No futuro, pesquisas irão provar que, sem dúvida, há diversos benefícios nos efeitos proporcionados pelos terpenos, e os consumidores de Cannabis poderão escolher seus preferidos.

Idade

Se você já perguntou para amigos mais velhos se eles fumavam quando jovens, a resposta provavelmente foi que eles curtiam em seus tempos áureos, mas não suportam mais. Aposto que você simplesmente achou que eles se tornaram “caretas” porque tiveram filhos. Mas na verdade, o aumento da idade é um fator importante para que as pessoas parem de fumar maconha.

Um estudo feito em 2007 encontrou uma relação entre a idade e os efeitos da Cannabis. Relatou-se que ratos adolescentes toleram os efeitos da maconha bem melhor do que os adultos, que inclusive, demonstraram sinais de estresse, ansiedade e mobilidade reduzida.

Mais pesquisas precisam ser feitas a respeito da teoria, mas pode ser plausível no seu caso se a última vez que você chapou o globo pra valer foi durante a juventude.

Tolerância

Não existem duas pessoas exatamente idênticas, e a mesma lógica se aplica na tolerância canábica. O fator da idade mencionado anteriormente, bem como outros fatores, como: a frequência de consumo, química do corpo e por quanto tempo você vem consumindo são importantes para que você descubra sua própria tolerância, sabendo assim quanto você deve consumir, especialmente quando fumando com outras pessoas, que têm tolerâncias diferentes.

No fim das contas, só você pode medir com precisão sua tolerância, e após isso, você poderá escolher qual tipo de brisa canábica você quer, seja por: alívio, motivos médicos, prazer, elevação de criatividade ou qualquer outro efeito.

30/09/2019 17:48 By King Bong Cannabis, Brisa, Maconha, Lista, Fatores, Terpenos,

Há muitas formas de consumir Cannabis, fumo e outras ervas. Seja através do uso de sedas, vaporizadores, pipes ou até mesmo comestíveis (inclusive, temos em nosso blog um post muito interessante sobre o assunto, depois que acabar de ler aqui, confere lá!). Apesar de todos esses métodos terem também suas vantagens, para nós aqui da King Bong, a melhor forma de aproveitar ao máximo a experiência de cada sessão é – e sempre será  com um bong!

Existem bongs de vários materiais, os mais comuns são: vidro, acrílico e silicone. E quando se trata dos tamanhos, formatos e estilos, são inúmeros! Ou seja, com certeza existe um bong que foi perfeitamente desenhado, estruturado e fabricado especialmente para você, é só saber procurar!

Sem mais enrolação (até porque estamos falando de bongs), iremos listar e explicar para vocês todos os benefícios dessa maravilha. Afinal, quem saberia explicar melhor do que nós da KING Bong?

Bongs são muito versáteis. Podem ser utilizados para fumar tabaco, ervas, chá ou qualquer tipo de fumo. Além disso, com um modelo alternativo chamado de Oil Bong é possível até mesmo vaporizar óleos para inalar a fumaça, procedimento conhecido como dab (alguns modelos comuns também podem ser adaptados para essa função).

Reduzem danos à saúde. Esta é provavelmente uma das principais vantagens do uso de um bong. Além da sua incrível capacidade de filtragem de substâncias nocivas, também resfria a fumaça, reduzindo danos à faringe e pulmão (inclusive, usuários de bong têm menos chances de contrair câncer no futuro). Para se ter uma noção, a temperatura final da fumaça tratada por um bong varia de 35ºC a 50ºC, enquanto que a de uma seda, por exemplo, varia de 65ºC a 95ºC. É basicamente o dobro!

Proporcionam experiência de fumo inigualável. Pode perguntar para qualquer usuário de bong experiente, ele irá confirmar que simplesmente não há comparação. Há pessoas que alegam ter experimentado e não ter curtido, isso porque o uso de bongs demanda prática. Se você é uma dessas pessoas, experimente começar com quantidades menores e aumentar gradativamente. Ao dominar o uso, tenho certeza de que você não vai se arrepender.

Podem durar anos. Na verdade, com o devido cuidado, pode durar até para sempre  ao contrário das sedas (obviamente). Mas se você é do tipo que não costuma ter muita sorte com objetos frágeis, considere a possibilidade de adquirir um bong de silicone ou acrílico. Ou então, compre um bong com vidro mais grosso e resistente. Vidros com mais de 5mm de espessura tem boas chances de saírem ilesos de uma queda feia.

São de fácil limpeza. Com ingredientes simples e poucos passos, é possível limpar um bong e deixá-lo impecável. Já fizemos um post que explica o passo a passo do processo de limpeza (não deixe de conferir mais tarde!).

Podem ser usados como decoração. Muitos bongs são tão bonitos e bem trabalhados, que dão de dez a zero em muitos vasos chineses por aí. Inclusive, existem colecionadores que ostentam seus lindos bongs em mesas, corredores ou até mesmo em salas. Claro, você não precisa chegar a esse nível, mas comprar um bong mais bem trabalhado, com certeza tornará suas sessões mais especiais. As marcas que mais se destacam no quesito estilo são a Squadafum e a Cheech, não deixe de conferir seus bongs!

Apesar de todas essas vantagens, o uso de bongs ainda não é tão difundido no Brasil. As pessoas estão tão atreladas à cultura canábica nacional, que tem costume de priorizar outros métodos de fumo, ao ponto de não conseguirem enxergar as vantagens e nem dar uma chance a eles. Mas agora que você já tem ciência da importância dos bongs, chame seus amigos para dar umas bongadas e repasse o conhecimento!

27/09/2019 17:55 By King Bong Bong, Oil Bong, Vantagens, Cannabis, Fumo,

Imagem por Kimzy Nanney

A probabilidade da regulamentação por parte da Anvisa do uso de componentes da Cannabis para uso medicinal é muito grande e deve ser anunciada ainda em outubro desse ano. Redigida no último mês de agosto, a proposta estuda a possibilidade para o tratamento de “doenças debilitantes graves ou com ameaças à vida e sem alternativa terapêutica”.

A decisão pode beneficiar até 10 milhões de pessoas, porém, só um grupo seleto de agentes da Anvisa sabe quais são os pormenores da negociação. A maconha medicinal é a única alternativa para o tratamento de várias enfermidades. Em mais de 40 nações, o uso medicinal já é liberado. O Brasil é o único país da América do Sul que ainda não havia esboçado nenhuma proposta contundente em relação ao tema. Devido aos altos custos de importação de medicamentos à base de Canabidiol, muitos apoiam a liberação para que se abra a possibilidade da produção nacional. O que causa otimismo em relação a essa possibilidade, é que desde 2006, a lei 11.343 prevê a possibilidade do plantio, do cultivo e da colheita “para fins medicinais e de pesquisas em locais e prazo predeterminados e mediante fiscalização”.

Foram ouvidas milhares de pessoas, entre elas: associações de pacientes, indústrias de medicamentos de Cannabis, corporações médicas, farmacêuticos e parlamentares. Osmar Terra, ministro da cidadania é contra a medida e afirmou: “Somos contra a legalização da maconha, e o que a Anvisa está fazendo é o primeiro passo para legalizar a maconha no Brasil”. Para Terra, uma alternativa seria a produção sintética dos medicamentos: “Todos os produtos podem ser feitos sinteticamente. Senão tem que plantar folha de coca no Brasil para ter lidocaína, vai ter que plantar papoula para ter morfina, e não tem sentido isso aí”. Em resposta, Leandro Ramires, presidente da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis (AMA-ME), bradou que: “ficou transparente o preconceito, a desinformação e as preocupações políticas que o tema envolve”. A Anvisa alega que não há autorização nem regulamentação para a comercialização de produtos sintéticos de Cannabis no Brasil e que independente do ministro, o processo seguirá.

Por outro lado, um dos 11 representantes do Conselho Consultivo da agência afirma que: "A regulamentação que o corpo técnico da Anvisa, que nos assessora, queria era para dar mais segurança jurídica e sanitária aos pacientes e familiares ampliando o uso e possibilitando o plantio, colheita e distribuição dos produtos aqui no Brasil. Não fizemos isso". A escolha da cúpula da agência de somente permitir que sejam importados os remédios com Canabidiol, e não permitir plantio e cultivo da Cannabis para a produção dos medicamentos é equivalente à vontade do Ministério da Saúde.

Devido às pressões internas, o processo pode ser um pouco mais burocrático em relação a como será feita a regulamentação dos medicamentos. O contraponto da Anvisa se configura porque já existe no Brasil, um remédio à base de Cannabis chamado Mevatyl, que é composto de THC e CBD e serve para o tratamento de espasmos musculares em pacientes com esclerose múltipla. Além disso, desde 2015, é permitida a importação de óleos e outros produtos mais, todos à base de Cannabis. O problema é que esses produtos são frutos de importação e custam em média R$1,5 mil, um frasco com 30ml, sendo que há pacientes que necessitam de até três frascos por mês.

Se concretizando a ação, serão movimentados cerca de cinco bilhões de dólares nos próximos três anos. Isso porque, segundo a New Frontier Data, o mercado da maconha medicinal é um dos que mais cresce no mundo, com taxa de 22% ao ano. Paula Dall’Setlla, médica neuro oncológica e diretora cientifica da Associação Brasileira de Pacientes de Cannabis (AMA-ME) afirma: “Estamos diante de uma nova era da Cannabis e teremos que educar médicos, jovens e idosos para explicar os benefícios da maconha no organismo". E a Anvisa acresce: "É uma revolução na medicina que vem de 10 mil anos e só agora estamos vivenciando. O Brasil não pode ficar para trás nessa corrida e deixar milhões de pessoas sofrendo com dores, surtos e ataques, sendo que existe um super remédio”.

Imagem por Yash Lucid

A ansiedade aflige cerca de 9,3% dos brasileiros, segundo a OMS. Se trata de um transtorno que faz as pessoas pensarem tanto no futuro, a ponto de não conseguirem se concentrar no presente. Se trata de uma reação biológia instintiva. Pessoas com ansiedade não conseguem levar uma vida tranquila e costumam, em virtude desta condição, passar o dia inteiro com sensações de estresse e angústia.

Os 5 tipos mais comuns de ansiedade são: Ataques de pânico, transtorno de estresse pós-traumático, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), ansiedade generalizada e, por fim, fobias. Há uma matéria muito interessante sobre ansiedade no site da SBIE (Sociedade Brasileira de Inteligencia Emocional).

A medida em que mais estados ao redor do mundo legalizam o uso de Cannabis (tanto para uso medicinal, quanto recreacional), mais e mais pessoas estão recorrendo ao uso na esperança de controlar a ansiedade ou a ansiedade generalizada.

Embora pesquisas científicas nessa área ainda sejam escassas, há novos estudos que comprovam que a experiência acalma o usuário e alivia temporariamente os sintomas da ansiedade. Segundo estudo de cientistas da Universidade Estadual de Washington, a Cannabis pode reduzir significativamente os níveis de depressão, ansiedade e estresse, com benefícios a curto prazo.

Muita gente não recorre a esse tratamento por causa dos efeitos negativos que vem junto com o uso da droga, como: danos à faringe e pulmão. Ainda sim, esses males podem ser amenizados com o uso de piteiras e bongs, por exemplo.

17/09/2019 12:42 By King Bong

Squadafum lança potes de cura em colab com NOVE

Oriunda da zona oeste de São Paulo, a Squadafum é uma empresa com fortes influências da cultura urbana. Focada no mercado canábico, desenvolve produtos de qualidade, como: bongs, potes e cuias para tabacarias e headshops. A empresa sempre busca inovar o setor de acessórios e produtos canábicos.

NOVE é um artista visual e grafiteiro que vive em São Paulo. Na cena da arte urbana desde 1999, é conhecido por usar técnicas únicas que unem influências vindas da natureza e da tecnologia em sua estética. NOVE representa a natureza por meio de seu uso proeminente da água, que o artista combina com formas precisas para gerar o contraste e sincronismo entre elementos orgânicos e digitais. O artista usa gráficos, luz e uma combinação de cores vibrantes para entregar as experiências visuais encontradas em seu trabalho.

Em uma colaboração entre a marca e o artista, foram lançados três potes herméticos com incríveis ilustrações, que contam com os traços marcantes e característicos do grafiteiro. Esses potes possuem tecnologia que protege do espectro de luz visível, permitindo a ultrapassagem somente de raios UVA e luz infravermelha, o que ajuda no processo de cura e manutenção das flores. A luz solar viabiliza o desenvolvimento de todas as plantas, no entanto, ao amadurecer, elas continuam sendo influenciadas pela luz solar. Nesse momento, o impacto da luz passa a ser improdutivo à planta, pois a mesma passa a perder suas qualidades. Por essas e outras, os potes são ideais para quem ama e cuida de suas flores. _\|/_

13/09/2019 16:55 By King Bong

Sim! Existe sim, e ela é maravilhosamente deliciosa e psicoativa.

Dia desses, nosso KingBoss comentava sobre um jantar canábico que participou – fique claro que esse jantar aconteceu em um local onde o uso da planta é regulamentado e liberado para uso recreativo – e diante de tanta informação, resolvemos fazer este post pra falar um pouco mais sobre a infusão dos alimentos e aproveitar pra deixar algumas receitas pra incrementar sua larica.

Como o texto ficaria um tanto grande, resolvemos separar ele em alguns posts para facilitar sua leitura.

Desde já, queremos deixar um ALERTA! Comestíveis canábicos tem uma ação diferente no organismo, tome muito cuidado com a ingestão destes itens! Eles têm uma ação de “brisa” mais forte e intensa do que inalando a fumaça, e o tempo pra “bater” pode variar desde 40 minutos até 2 horas.

Com auxílio do blog Leafly, pudemos ter acesso a mais informações, e aqui vocês vão conferir a tradução e adaptação da série de artigos que começam neste link.

Receitas com Cannabis são infindáveis, basta que se use as infusões canábicas para substituição de itens da sua receita. Uma infusão canábica é um preparo para realizar a ativação das substâncias das flores.

Em um ambiente caseiro é muito difícil precisar a potência e homogeneidade da infusão, fique sempre atendo a quantidade ingerida. Além disso, identifique os potes com informações sobre a infusão (evite ingestão involuntária ou em dose errada).

Ao preparar uma infusão, sempre teste a potência dela experimentando uma dose pequena (1/2 colher de chá em um lanche leve, por exemplo, seria ideal para uma experiência de controle).

Essa sequência de posts foi organizada da seguinte forma:

Cannabis Dercarboxilada
Antes da infusão, você precisa realizar o processo de descarboxilar a Cannabis (saiba os motivos da necessidade do processo e como fazer clicando aqui).

Infusões
Três tipos de infusões canábicas que dichavamos (trocadilho péssimo) para vocês:
- Mel
- Óleo
- Manteiga

Receitas
Cinco receitas de molhos com infusão de Cannabis para você incrementar suas laricas:
- Ketchup Brisante
- Mostarda com Dab
- Maconhese
- Molho Brisacue
- Molho Deusa Verde.

NOTAS MUITO IMPORTANTES:
* Comestíveis canábicos tem uma ação diferente no organismo, tome muito cuidado ao ingeri-los!
* Em um ambiente caseiro é muito difícil precisar a potência e homogeneidade da infusão, fique sempre atento a quantidade ingerida!
* Identifique o pote com informações sobre a infusão e evite a ingestão involuntária ou em doses erradas!

02/09/2019 18:47 By King Bong

Eis uma das perguntas mais recebidas pelo atendimento da King Bong Headshop: "- Como eu limpo meu bong?"

Muito bem então! Atendendo a muitos pedidos, resolvemos formular um procedimento ilustrado para orientar vocês na hora da limpeza.

Decidimos mostrar como a galera aqui da King Bong costuma fazer a limpeza dos nossos queridinhos.

Para começar, vamos falar dos itens que serão necessários:

Material

Álcool
Recomendamos o uso do álcool isopropílico ou de cereais, para uma limpeza mais rápida e poderosa. O uso de álcool comum é possível, mas torna o processo um pouco mais lento.

Sal
Apesar do uso de sal grosso ser comum, nós da King Bong não recomendamos sua utilização. Durante a movimentação isso pode danificar as partes internas mais delicadas do seu bong.

Água
Tenha muita atenção ao utilizar água quente/morna, evite choques de temperatura com a água em temperaturas elevadas. Após a limpeza, deixe esfriar antes de seguir o manuseio. Nunca coloque o bong em água fria ou gelo antes do esfriamento!

A primeira etapa da limpeza é o preparo para a higienização dos bowls e tubos downstem.

Etapa1

O sal ajuda na ativação do álcool para o combate à resina formada nas peças.

Etapa2

Se você estiver realizando a limpeza de um bong com percolador, se atente para que consiga passagem do álcool pelos tubos do sistema.

Se o bong estiver muito resinado, ou se o percolator estiver entupido, recomendamos que vede as saídas do bong e deixe-o de molho com a mistura de álcool e sal por algumas horas.

Etapa3

Não use escovas ou buchas abrasivas na limpeza, podem arranhar sua peça!

Evite forçar a entrada das escovas, as bordas dos furos tendem a ser o ponto mais frágil das peças, fazer força nestes pontos podem ocasionar a quebra do item.

Note que se o bong estiver muito sujo, pode ser necessário repetir alguns dos processos.

Enxágue muito bem os itens, lave em água corrente, e, se possível, deixe-os de molho somente em água em temperatura ambiente por algumas horas.

28/08/2019 18:17 By King Bong

O lutador de MMA, Nate Diaz, conhecido por suas atitudes polêmicas e língua afiada, aprontou mais uma na última quinta-feira (15/08/2019). O lutador apareceu em um treino aberto do UFC ostentando um belíssimo baseado, e sem cerimônias, acendeu e jogou fumaça para os presentes, que foram ao delírio com a atitude.

Imagem: Getty

Nate declarou que o cigarro era feito de uma erva rica em CDB (um dos princípios ativos da Cannabis), mas sem componentes psicoativos. O baseado teria sido receitado por um membro de sua equipe. O uso de CDB é liberado pelo UFC desde 2018, mas o uso do THC (princípal componente da Cannabis) continua proibido pela franquia.

O mais legal nesse acontecimento é podermos abrir o diálogo sobre o tema. Nate diz usar o CDB por recomendação médica de sua equipe, o uso medicinal já é visto com bons olhos pela franquia. O treino e a luta foram realizados no estado da Califórnia, onde o uso (tanto recreativo, como medicinal) é liberado.

A atitude chocou e causou diversas opiniões nas redes sociais: "Um atleta deveria levantar esta bandeira?", "Ele deveria incentivar?", "Tá errado?", "Tá certo?", "O uso era, de fato, terapêutico?', etc. Mas seria correto condená-lo? Quantas vezes já não vimos atletas em situações semelhantes consumindo energéticos, isotônicos e afins? Seria a Cannabis o alvo das criticas? Energéticos e isotônicos tem diversas resalvas quanto ao seu uso, mas sempre foram utilizados sem que chocasse o público. Notoriamente que a ação pode ter sido uma jogada de publicidade da marca de pre-rollers que apoia o atleta.

Em um mercado que mesmo legalizado e regulamentado que mostra diversas melhoras em diversos setores de sociedade, a Cannabis ainda choca. A que ponto estamos no Brasil? Além da criminalização, o preconceito da sociedade é evidente em relação à planta.

20/08/2019 09:32 By King Bong ufc, natediaz, canabis, weed, kingbong, CDB, THC,