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King Bong

Editoria: Learning

Tema: Redução de danos com bongs

 

Por que usar bong é uma forma de reduzir danos?

Quando o fumo tá no fim ou a galera quer dar uma potencializada no efeito, nada melhor do que apostar num bong. É uma opção bastante econômica pra curtir o rolê, na medida em que pequenas quantidades podem deixar umas três ou quatro pessoas felizes. Mas os benefícios desse instrumento vão muito além: ele é uma excelente forma de redução de danos.

Pra quem ainda não é muito experiente, bongs são aqueles objetos de vidroacrílico ou silicone que possuem, em geral, um reservatório de água, um depositório pro fumo com uma tela e duas saídas de ar – uma delas é o cano pra você tragar. 

Ao colocar fogo na planta, tampar o buraco menor e puxar o ar pelo cano, a fumaça desce e, assim, é resfriada e filtrada pela água. Isso faz com que a fumaça chegue menos quente à sua garganta, além de deixar até 90% das impurezas na água, diminuindo os malefícios da carburação para o sistema respiratório.

 

Conhece o canal holandês que faz vídeos educativos sobre redução de danos?

Não bastasse a vantagem para a sua saúde, os bongs ainda são belíssimos objetos de decoração. Muitas pessoas também gostam de colecioná-los.

As opções em silicone são dobráveis, podendo ser transportadas em viagens, e evitam a possibilidade de quebra. Ideais pra quem possui amigos desastrados.

Também existem modelos específicos para óleos e ceras e muitos acessórios

Escolha seu modelo favorito e bora curtir com a galera!

 

Sabe o que é um e-nail?

Toda substância tem um ponto específico de ebulição. De acordo com a temperatura em que está, ela assume determinada característica, liberando uma propriedade específica conforme fica mais quente.

O e-nail é um dispositivo elétrico que controla a temperatura da queima do seu fumo. Isso pode garantir uma fumaça mais pura e menos quente, sendo liberadas apenas os componentes desejados para o momento.

 

Você sabia? Líderes guerreiros do século 9 a.C. fumavam Cannabis em bongos de ouro


17/09/2018 16:49 By King Bong Redução Danos Maconha Medicinal,

King Bong

 

Editoria: Learning

Tema: Uso de piteiras

 

Entenda por que você DEVE usar piteira

 

Alguns ainda arriscam enrolar o cigarro sem piteira. Pior para a saúde, mais complicado para bolar, aquela molhadeira de saliva que vai fechando o orifício  - até chegar um ponto em que ninguém mais consegue tragar - e você ainda não consegue aproveitar a diversão até o fim porque já não tem mais onde segurar. USE PITEIRA!

 

Dá para improvisar ou apostar numa de qualidade - é baratinho, não se preocupe.

 

Aproveitamos a deixa para listar alguns benefícios que você terá com o uso da piteira. No final, também apresentamos os principais tipos que existem no mercado. Escolha a sua e divirta-se!

 

Conhece as músicas canábicas de Erasmo Carlos e Gal Costa?

 

Vantagens

 

Saúde: o uso da piteira faz com que algumas toxinas fiquem presas nela, além de evitar o contato com os dentes, língua e garganta. Tudo isso diminui a chance daquele “amarelamento” nos dedos e dentes.

 

Cigarro mais firme: a hora de enrolar o cigarro pode ser um desafio e tanto. Não só para os iniciantes, como também para os experientes, dependendo das condições do local em que acontece o rolê. Nesse sentido, a piteira ajuda a dar mais estabilidade por dar uma base circular mais firme;

 

Melhor fluxo de ar: especialmente quando o cigarro está passando na rodinha, a saliva dos envolvidos pode fechar o orifício de puxar a fumaça. A piteira garante o buraquinho aberto em 100% do tempo!

 

Menos quedas: com uma base firme, fica mais fácil segurar e passar o cigarro. Triste fim quando cai no chão e é destruído, né?

 

Fumar até o fim: quando não se usa piteira, você acaba desperdiçando aquele finalzinho do fumo para evitar queimar o dedo. Escolha uma de sua preferência e aproveite o cigarro até acabar!

 

Compre a sua agora!

 

Como escolher? Veja os tipos de piteira

 

Madeira: além de dar estabilidade e garantir melhor fluxo de fumaça, as piteiras de madeira são biodegradáveis, ecologicamente corretas.

 

Papel maleável (Bem Bolado): o legal dessas piteiras é que elas “se ajustam” ao seu cigarro. Esse tipo é ideal para quem costuma colocá-la no fim do processo.

 

Papel rígido (Raw): mais firmes, essas piteiras são ideais para a galera que gosta de inventar, criando verdadeiras “esculturas” de fumo.

 

Vidro: um pouco mais caras, mas reutilizáveis. As piteiras de vidro podem ser limpas com água morna e sabão - é só deixar de molho!

10/08/2018 16:46 By King Bong Piteira, Maconha, Baseado, Bolar, Enrolar, fumar, THC,

Já não é novidade que a KingBox chegou e está fazendo o maior sucesso, a assinatura mensal da KingBong. Por R$ 99,90 (mais frete), você recebe todo mês uma caixa com produtos essenciais e mais alguns itens surpresa, sempre com valor total de R$ 200,00 aproximadamente.

Neste mês os itens enviados são os seguintes:

Qtde. Item Preço
1 Seda Raw Black King Size R$ 12,90
1 Seda Raw Black 1 1/4 R$ 8,90
1 Bocal para bongs R$ 39,90
3 Pilões Yellow Fingers R$ 0,39
1 King Blunt R$ 5,49
1 Isqueiro Bic R$ 3,99
1 Piteira Big Brown Yellow Fingers R$ 2,99
1 Piteira Murano Black Trunk R$ 8,90
3 Adesivos R$ 2,97
1 Pipe de vidro Orion R$ 39,90
1 Suporte para isqueiro multiuso R$ 59,90
1 Seda The Bulldog Brown R$ 6,90
1 Come tuka - Porta Cigarro R$ 6,90
1 Anel suporte para cigarro R$ 14,90
1 Potes de silicone 5 ml R$ 7,90
19 TOTAL R$ 223,61

02/05/2018 18:08 By King Bong

O feriado

Esta quinta-feira (20); o feriado mais importante da cultura canbica: 20 de abril, ou 4/20 no formato de data americano, quando estudantes universitrios se reunem às16h20 nos pátios de suas universidades, em meio a nuvens de fumaça, e quando lojas de maconha em Estados onde a venda da maconha é legalizada agradecem a seus fregueses, oferecendo-lhes descontos.

O feriado deste ano é uma oportunidade para os ativistas da maconha refletirem sobre a trajetória seguida por seu movimento, agora que o consumo de maconha para fins recreativos é permitido em seis Estados e na capital americana, mas que o clima político nacional transformado corre o risco de enfraquecer a causa deles.

Visão da história do feriado.

As origens da data e do termo 4:20, de modo geral, passaram muito tempo desconhecidas.

Algumas pessoas especulavam que seria um código policial para designar a posse de maconha ou que teria surgido da canção de Bob Dylan "Rainy Day Women No. 12 & 35", com seu refrão de "Everybody must get stoned" (todo o mundo precisa ficar chapado), já que 12 multiplicado por 35 dá 420.

Nos últimos anos, porém, surgiu um consenso em torno da explicação mais digna de crédito. Segundo ela, o termo teria nascido de um grupo de amigos do colégio de segundo grau San Rafael, na Califórnia, que se deram o nome de "The Waldos".

O irmão de um dos amigos estava com medo de ser preso por estar cultivando uma plantação de maconha em um bosque de Point Reyes. Diz o relato que ele desenhou um mapa do local e autorizou os teens a colherem sua maconha.

No outono de 1971, às 16h20, depois do término das aulas e do treino de futebol americano, os amigos se reuniam diante da estátua do químico Louis Pasteur, no pátio da escola, fumavam um baseado e então saíam à procura da plantação de maconha.

Eles nunca a localizaram, mas o termo que cunharam para falar de seus encontros – "420 Louie", mais tarde encurtado para apenas "420", ganharia vida própria.

Os Waldos conservaram cartas com carimbo postal e outros artefatos da década de 1970 contendo referências a "420", que eles hoje guardam em depósitos em bancos.

No mês passado, quando o dicionário Oxford da língua inglesa acrescentou o termo ao léxico do idioma, citou alguns desses documentos como estando entre os primeiros registros da utilização do termo.

Créditos: http://www1.folha.uol.com.br

19/04/2018 17:15 By King Bong Maconha Legaliza 4/20,

Por que fumar maconha dá fome?

Em algumas regiões do Brasil, o termo “larica” se refere a qualquer lanche, a uma refeição, a uma boquinha. Já em outras, a palavra é carregada de um significado mais específico: a intensa vontade de comer que toma conta do usuário de maconha após consumir a planta.

A causa do aumento do apetite, conforme um estudo internacional publicado na revista Nature Neuroscience, não está ligada a nenhum componente secreto da maconha. A substância responsável pelo fenômeno é o principal ingrediente da erva, o tetraidrocanabinol (THC).

De acordo com os experimentos realizados em ratos, o THC aguça a percepção dos bulbos olfatórios. Isso coloca o organismo em um grau apurado de sensibilidade para o olfato e também o paladar. Cheiros e sabores ganham relevância no cérebro, o que estimula a vontade de comer.

Os camundongos submetidos à pesquisa foram divididos em dois grupos. Alguns receberam doses de THC, enquanto outros não. A todos, foram oferecidas porções de banana e óleo de amêndoas. Os cientistas puderam observar, então, que os ratos sob efeito do ingrediente da maconha gastavam mais tempo cheirando o alimento, e comiam mais do que o outro grupo.

O cérebro só reconhece a ação do THC se possuir o endocanabinoide, receptor da substância. Em seres humanos, o sistema endocanabinoide tem um papel importantíssimo, ajudando a controlar dor, emoções, sensibilidade e memória, além do apetite. É por esta razão que o uso da maconha causa tantas alterações peculiares.

Alguns dos ratos usados nos testes foram geneticamente modificados para não possuir os receptores endocanabinoides. No caso deles, o THC não produziu nenhum efeito.

[Gizmodo / Nature / Motherboard]

09/04/2018 17:46 By King Bong Maconha Larica,

Veja onde estão a maconha mais cara e mais barata do mundo e os detalhes de preço, consumo e potencial de arrecadação nas duas maiores cidades brasileiras

São Paulo – São Paulo poderia arrecadar R$ 222 milhões por ano em impostos com a legalização da maconha, enquanto o Rio de Janeiro embolsaria R$ 93 milhões.

Os números consideram uma cotação de R$ 3,25 por dólar e uma taxação da substância no mesmo nível do cigarro.

O cálculo é do Índex da Cannabis 2018, divulgado no final de janeiro pela Seedo, uma empresa israelense de equipamentos para cultivo automatizado.

Metodologia

O estudo considera 120 cidades ao redor do mundo para onde há dados sobre consumo de maconha, seja ela legal ou ilegal.

Depois foi verificado o preço da grama da substância em cada cidade através de dados informados pelos próprios usuários e ajustados por informações de um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o tema.

A partir daí foram consideradas duas bases possíveis para a arrecadação potencial. A primeira possibilidade foi a taxação hoje existente sobre a marca mais popular de cigarros no local e a segunda foi a taxação hoje aplicada sobre a maconha nas cidades americanas onde ela foi legalizada.

No caso das cidades brasileiras, os números de arrecadação são muito mais altos no primeiro caso do que no segundo. Veja na tabela:

egundo o estudo, o Brasil tem uma maconha relativamente barata: São Paulo está na 97ª posição em preço entre as 120 cidades pesquisadas e o Rio está no 109º lugar.

Tóquio, no Japão, tem a maconha mais cara do mundo enquanto Quito, no Equador, tem a mais barata.

Estudo da Câmara

Um estudo da Consultoria Legislativa da Câmara dos Deputados divulgado em junho de 2016 calculou que a legalização da maconha poderia render entre R$ 5 bilhões e R$ 6 bilhões por ano para os cofres públicos.

O cálculo supõe que a maconha estaria sujeita aos mesmos impostos e alíquotas do cigarro. As empresas envolvidas pagariam CSLL, IPI, PIS/COFINS e Imposto de Renda em nível federal e ICMS em nível estadual (São Paulo foi usado como referência).

A janela de estimativas considera cenários com e sem aumento da demanda. Também foi calculado que quase R$ 1 bilhão seria economizado no sistema prisional com o fim da criminalização.

Legalização

Houve nos últimos anos um aumento da tolerância com a maconha que inclui a legalização no Uruguai e em nove estados americanos, entre eles o mais rico e populoso: a Califórnia.

O Canadá pode se tornar em breve o maior país do mundo a legalizar a substância até hoje, com um projeto defendido pelo governo de Justin Trudeau e com previsão de votação em julho.

Uma pesquisa Datafolha divulgada em janeiro mostra que 66% dos brasileiros adultos defendem que a maconha continue proibida enquanto 32% acham que seu consumo deveria deixar de ser crime.

A diferença é grande, mas a porcentagem de proibicionistas está no patamar mais baixo da série histórica, iniciada em 1995.

Fonte: exame.abril.com.br

23/03/2018 16:25 By King Bong Maconhalegalizaçãoimpostos,

Chegou a KingBox, a assinatura mensal da KingBong. Por R$ 99,90 (mais frete), você recebe todo mês uma caixa com produtos essenciais e mais alguns itens surpresa, sempre com valor total de R$ 200,00 aproximadamente.

Neste mês de lançamento, os itens enviados são os seguintes:

Qtde. Item Preço
1 Seda Raw Classic King Size R$ 7,90
1 Seda Bem Bolado Brown 1 1/4 R$ 2,69
1 Seda Bem Bolado Premium King Size R$ 3,59
3 Pilões Yellow Fingers R$ 1,17
1 King Blunt R$ 5,69
1 Isqueiro Raw R$ 9,90
1 Piteira Big Yellow Fingers R$ 3,00
1 Piteira Murano Yellow Fingers R$ 8,90
3 Adesivos R$ 2,97
1 Ice Bong Cubs R$ 49,90
1 Cinzeiro Bulldog R$ 22,90
1 Telinha daisy R$ 2,50
1 Pipe 3 Little Birds R$ 22,90
1 Case Cânhamo KB R$ 25,00
2 Potes de silicone 5 ml R$ 16,80
1 Dab Holder de silicone R$ 24,90
1 Mini Dabber Tool R$ 2,99
22 TOTAL R$ 213,70
21/03/2018 16:56 By King Bong kingbox, assinatura, kingbong,

E já que hoje (08/03) é comemorado o Dia Internacional da Mulher, que tal conhecer cinco mulheres fundamentais na história da maconha?

Com diferentes idades e origens, elas possuem em comum a missão de defender a cannabis por onde quer que passem, fazendo a diferença para a legalização em seus países e no mundo.

Muito além de simples maconheiras, as cinco mulheres abaixo são exemplos a serem seguidos por qualquer pessoa que luta por uma sociedade mais justa e menos hipócrita.

1) Mila Jarsen

Mais conhecida como "Hash Queen" ou Rainha do Haxixe, a holandesa Mila Jansen é inventora de uma série de técnicas e equipamentos para extração de hash, incluindo a famosa metodologia iceolator (ou ice hash/bubble hash). Suas inovações são compartilhadas através da marca Pollinator Company, sediada em Amsterdã.

2) Cheryl Shuman

Luxo e poder definem a norte-americana Cheryl Shuman, que costuma se auto-intitular a "Martha Stewart da maconha". Mas nem só de glamour e champanhe é feita a vida da ativista que, após utilizar a cannabis durante o tratamento de câncer no ovário, decidiu entrar para a luta e fundar duas entidades voltadas à defesa dos usuários de maconha: o "Beverly Hills Cannabis Club" e o "Marijuana Moms", ambas muito importantes para quebrar estereótipos e colocar a erva na pauta dos principais veículos de comunicação do mundo.

3) Ana Maria Gazmuri

Usuária de cannabis medicinal por conta de problemas digestivos, a atriz chilena Ana Maria Gazmuri decidiu arregaçar as mangas e lutar pelo direito de plantar erva no seu país de origem. Através da"Fundação Daya", em 2015 ela colheu a primeira safra de maconha plantada legalmente no Chile.

4) Laura Blanco

Ativista, cultivadora e maconheira das mais devotas, a uruguaia Laura Blanco é uma das peças-chave por trás do processo de legalização em nosso país vizinho. À frente da Associação de Estudos da Cannabis do Uruguai (AECU), ela também é co-fundadora do coletivo de jardinagem PlantaTuPlanta. Em 2012, atuou como conselheira da Junta Nacional de Drogas na redação do projeto de lei que regulamentou a maconha e seus derivados.

5) Paige Figi 

Foi em busca de tratamento para sua filha que a norte-americana Paige Figi transformou-se numa das principais porta-vozes sobre cannabis medicinal no mundo. Depois de tentar inúmeros medicamentos, apenas a erva foi capaz de aliviar as severas convulsões que afligiam a pequena Charlotte. O caso motivou até mesmo a criação de uma strain com baixo teor de THC específica para crianças, batizada com o nome da menina.

Creditos: http://maryjuana.com.br

08/03/2018 16:18 By King Bong Mulher Maconha Fundamental,

Foi pensando em conectar os viajantes usuários de maconha com os donos de casa disposto a recebê-los que a economista Larissa Ushida, 36, criou o site Micasa 420, que funciona mesmo como um Aibrnb da cannabis.

A ideia é simples: pessoas que curtem fumar maconha podem escolher casas em que a prática não seja um problema, em destinos turísticos que querem visitar. "São simplesmente pessoas que estão anunciando seus imóveis, dizendo que não é nenhum problema.

Acessórios para fumar inclusos!!

Você pode anunciar seu imóvel ou procurar um lugar para ficar, de acordo com a data e seu destino. No anúncio, além das informações sobre as acomodações e preço, há um campo de "amenidades para fumantes". Nele, o dono do lugar coloca se é permitido fumar fora ou dentro da casa, se fornece bong (um aparelho utilizado para fumar) ou outros acessórios e até se há um cultivo na propriedade.

Segundo Larissa, atualmente, é possível encontrar hospedagens no Brasil, Uruguai, Chile, Argentina, México e Estados Unidos.

Fonte: noticias.bol.uol.com.br

19/02/2018 16:52 By King Bong Maconha Hospedagem Airbnb,

O vasto e criativo universo das comidas canábicas acaba de ganhar um dos mais desejados itens de todos os tempos: a Nutella com maconha!

Lançada recentemente por uma empresa canadense, a versão 420 do doce foi batizada de Chrontella, a julgar pelo barulho que tem feito na mídia, é sucesso na certa.

Além de creme de chocolate com avelã, o produto contém 300 miligramas de extrato de cannabis, de acordo com matéria publicada pelo Buzzfeed.

Disponível somente nos dispensários do Canadá, custa US$ 23 o frasco com cerca de três porções.

Creditos: http://maryjuana.com.br

16/02/2018 16:24 By King Bong Maconha Nutella,